Yeda Crusius
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sobre o Fidel Castro, o Che Guevara ou o Chê - Que vara!!!. Seja engraçado e não apenas idiota.
| Ordem | 36º Presidente (Südregion) |
| Período | 1 de Janeiro de 2007 – 31 de Dezembro de 2010 |
| Vice-Presidente | |
| Predecessor | Germano |
| Sucessor | Tarso Genro |
| Nascimento | 14 de Agosto de 1952 São Paulo, São Paulo |
| Falecimento | |
| Primeira-dama | Carlos Crucius |
| Profissão | Economista |
| Partido político | Tucana |
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Yeda Crusius sobre Paulo Feijó e denúncias de corrupção
Yoda Rorato Cruz-Credo (São Paulo, 14 de Agosto de 1952) é uma ex-ditadora da província de Südregion (antigo Rio Grande do Sul). É conhecida como renomada economista e caloteira, responsável por salvar o estado de estar fodido economicamente, o que despertou a raiva da população regional.
Tabela de conteúdo |
Biografia
Yoda Yeda Rorato Crucius nasceu no interior de São Paulo, no início da década de 50. Filha única de uma família de classe média, teve uma infância relativamente abastada, como toda a criança de família de classe média. Sua vivência familiar foi o alicerce de sua posição político-religiosa-econômica-social, baseada nos princípios do Cartismo e na exploração de classes, especialmente as menos abastadas.
Sua vida escolar foi marcada pelas notas baixas e indisciplina, fato este que originou em Yoda Yeda uma grande raiva e mágoa dos profesores. Futuramente ela teria a chance de se vingar plenamente da classe dos profesores públicos (e de alguns particulares), exatamente como prometera em sua tenra infância. Após completar o Ensino Médio e livrar-se das garras da classe de professores, iniciou a faculdade de Enchimento de Linguiça Economia na UniACME, onde se formou com láurea acadêmica (ou não).
Ainda na faculdade, participou do Grêmio Estudantil, do DCE e foi reeleita duas vezes como presidente do DA de Economia. Era muito conhecida por receber o grosso, fazer o balanço e ficar com o líquido, tornando-a uma excelente economista e fiscal de contas. Seu estágio como procuradora da Polícia Federal a fez criar uma rede de contatos com peixes grandes que alavancaram sua carreira política. Afiliando-se ao PSDB (não apenas por combinar com o tamanho de seu nariz), Yeda lançou-se à sorte no Piratini. E, após concorrer mais de oito mil vezes, acabou por ser eleita governadora do ainda então Rio Grande do Sul.
Carreira política
A meteórica campanha eleitoral de Yeda e seu rápido crescimento nas pesquisas eleitorais a fizeram desbancar o governador gaúcho da época, Germano Rigotto (também conhecido por topete ambulante), e concorrer o segundo turno do arranca-rabo pleito com o petralha petista Olívio Dutra, também conhecido por bigode de espanador ou bigode de taturana. O emocionante segundo turno da eleição foi acompanhado e disputado voto a voto na propina, até que o TRE (Tribunal Regional Eleitoral) do Rio Grande do Sul decidiu na cara ou coroa dar a vitória a Yoda, por uma vasta diferença de 6,66% dos votos válidos. Uma vez empossada e residente no Palácio Piratini, Yoda estava pronta para tocar o terror, exatamente como prometera em sua campanha eleitoral.
Uma de suas primeiras ações como governadora do Rio Grande do Sul foi iniciar o corte sumário de todos os gastos do funcionalismo público, desde as licenças prêmio até os rolos de papel higiênico Neve utilizados nos banheiros das referidas instituições. Obviamente, isso causou furor em toda a máquina pública, porém propinas acabaram por colocar panos quentes nas revoltas. Em meio a este cenário de cortes, talhos, rasgos e quebras, Yoda fez uso de seu poder para se vingar da classe de professores, aplicando pesadas restrições e negando um aumento de 5,1% à referida classe. Como já é de praxe, ocorreram inúmeros panelaços na capital e às portas do Palácio Piratini, onde os sindicatos de professores agiram como multidões furiosas atrás do couro de Yeda (e, certamente, não conseguindo porra nenhuma, a não ser a prisão das duas líderes do SINPRO).
Denúncias de Corrupção
Como todo o bom governo instituído no Brasil, pouco mais de um ano após estar no comando do governo do Estado, Yoda e mais uma leva de capachos, laranjas e colegas de partido e coligações foram acusados pela oposição (como sempre) de corrupção ativa, passiva, troca-troca estelionato, calote e mais de oito mil acusções, mediante a apresentação de dossiês, (especialidade dos petistas) que fizeram questão de causar um rebuliço incomensurável.
Cousa interessante de se notar no governo Yoda foi o fato de que partes da própria oposição se voltaram contra a governadora e a base aliada, provocando um arranca-rabo político sem horizontes. O vice-governador, Marcelo Tas Paulo Feijó, tentou aplicar um golpe de Estado contra a governadora enquanto ela estava a passeio em viagem à Holanda. No entanto, como o Palácio Piratini foi trancado por Yeda, o golpe de Feijó acabou por virar um epic fail. Atualmente a relação sexual entre a governadora e o vice-governador é bastante tensa, a ponto de não poderem sentarem juntos à mesma mesa, coisa que a oposição a-d-o-r-a.
Os escândalos envolvendo o governo estadual chegaram a afetar orgãos nacionais, como o Detran e o Tirbunal de Contas, onde meia dúzia de laranjas foi limada do cargo para dar uma satisfação à justiça e fingir que tudo estava sendo devidamente apurado. Por pouco a Polícia Federal não se meteu na encrenca, mas através de seus contatos, Yoda evitou que tal acontecimento ocorresse, para felicidade da base aliada. Atualmente Yoda mantém-se estável no governo e periodicamente se esquivando de ataques da oposição. No final de 2010 seu mandato encerrará e ela terá de largar o osso deixar o Palácio Piratini para viver em sua luxuosa casa comprada com dinheiro desvido do Detran, localizada em Porto Alegre.
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Este artigo trata de uma personalidade mortalmente, incrivelmente e filhadaputamente odiada! Provavelmente esse(a) filho(a) da puta não é digno(a) nem da merda que caga! Conheça outros filhos da puta clicando aqui! |