Vogon
ninguém pode ouvir seus gritos! Agora, viajar pelo espaço ficou mais fácil depois que inventaram a Coca-Cola. Se aconchegue em sua nave e vá tomar um "chazinho" com o E.T. de Varginha. |
Você quis dizer: Vegan![]()
Google sobre Vogon
Resistir é inutil! ![]()
Vogon Capanga sobre Tudo
[editar] Quem são?
Vogons são o povo conhecido pela sua brutalidade, feiúra, inaptidão de escrever poesias, sua total falta de inteligência e possuem a pior pontaria do universo.
Eles são umas das raças mais desagradaveis da Galaxia, não chegam a ser malévolos, mas são mal-humorados, burocráticos metidos e insensíveis. Seriam incapazes de levantarem um dedo para salvar as próprias avós da Marmota Monelétrica de Utah Terrível Besta Voráz de Traal sem ordens atravez de um formulario em 3 vias, para enviar, devolver, questionar, perder, encontrar, abrir um inquérito, perder denovo e finalmente deixar 3 meses sob um monte de Turfa, para depois enfiar no cu reciclar como papel para acender fogo.
[editar] Poesia
AVISO: Jamais em hipótese alguma permita que um vogon leia poemas para você.
A poesia vogon é, como todos sabem, a terceira pior do Universo. Durante um recital em que seu Mestre Poeta, Gruntus, o Flatulento, leu sua "Ode ao pedacinho de massa de vidraceiro verde que encontrei no meu Sovaco numa manhã de verão", quatro pessoas na platéia morreram de hemorragia interna, e o Presidente do Conselho Centro-Galático de Marmelada Artística só conseguiu sobreviver roendo uma das suas próprias pernas. Consta que Gruntus ficou decepcionado com a reação da platéia e já ia começar a ler sua epopéia em 12 tomos intitulada "Meus Gargarejos de Banheira Favoritos" quando seu próprio intestino grosso, numa tentativa desesperada de salvar a vida e a civilização, pulou para cima, passando pelo pescoço de Gruntus, e estrangulhou-lhe.
Suas primeiras tentativas poéticas faziam parte de um esforço malogrado no sentido de serem aceitos com uma espécie evoluida e culta. Mas agora, persistem apenas por sadismo mesmo...
[editar] Uma amostra de Poesia Vogon
"Ó fragúndio bugalhostro, tua micturição é para mim
Qual manchimucos num lúrgido mastim
Frêmeo implochoro-o, ó meu perlíndromo exangue.
Adrede me não apagianaste a crímidos dessartes?
Ter-te-ei rabirrotos, raio que o parte!"
Bem, terráquio, dou-lhe duas opções: ou morrer no vácuo do espaço... ou dizer o quanto gostou do meu poema ![]()
Vogon poeta sobre jurado de poema
Sabe... eu até gostei.. er... Achei algumas das imagens metafisicas realmente muito vivas... e tem uns recursos ritmicos... interessantes que... que... fazem contraponto ao... ao... surrealismo da metáfora subjacente da vogonidade da alma compassiva do poeta... que consegue, atravez da estrutura do texto, sublimar isto, transceder aquilo e apreender as dicotomias fundamentais do outro, proporcionando ao leitor uma visão aprofundada e intença do... do.... er... do sentido do poema, seja ele o que for! ![]()
Arthur Dent sob ameaças de morrer no vácuo do espaço sobre poesia Vogon
Em outras palavras, eu escrevo poesia porque, por trás da minha fachada cruel e insensível, no fundo eu só quero ser... amado? ... ![]()
Vogon poeta sobre comentário acima
Bem... quer dizer, todos nos, lá no fundo, sabe... ![]()
Arthur Dent prestes a ser interrompido pelo vogon
NÃO! Estão completamente enganados! só escrevo pra ressaltar minha fachada cruel e insensível, Guardas, joguem-os para fora da nave! ![]()
Vogon sobre tentativa de enrolamento
Resistir é inutil! ![]()
Vogon Capanga sobre Resistencia
