Google Hell
Google Hell é o mais recente produto lançado pela Indústria de Serviços Divinos.
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[editar] Como funciona
A tecnologia foi criada pela Google. Ela constitui em um satélite que capeta capta imagens via infravermelho do Inferno, captando todas as informações geográficas sobre a casa do Capeta. Embora seja um programa que contenha informações sobre um lugar quatrocentas vezes maior do que Júpiter, o software precisa de requisitos mínimos (que podem ser comprados no Google Hell Full Complete Incrementated Version) para rodar no computador.
[editar] Requisitos Mínimos
- 666MB de espaço livre no HD
- 666GB de memória RAM pra rodar o Windows Vista (software do Capeta)
- Placa de vídeo de 666MB com suporte a pornôzão violento
- Conexão à internet do provedor Brasileirinhas
- Placa de som com efeitos de modificação de voz
- Gravador de som com inversor de voz e detector de mensagens subliminares
[editar] Recursos interativos
O programa roda em 832 idiomas diferentes, contém um dicionário para cada um dos 24 idiomas falados no Inferno, 40MB de arquivos da Desciclopédia narrados ao contrário por Cid Moreira e 500 imagens de mulheres peladas (incluindo Roberta Close, não há imagens da Chun-Li entre elas).
Há recursos que podem ser baixados via Internet, como visualizações 3D dos estúdios de Hellywood, cenas extras de filmes da Brasileirinhas Sacanagens Productions e todas as versões da Street Fighter de Rodoviária conhecidas no Universo.
[editar] Capacidade de captação
O Google Hell tem capacidade aproximadamente 666 maior do que o Google Earth, tornando o maior xereta existente que sueD já viu, no universo que ele próprio criou (por força de uma lei federal, o capeta cheio-de-dentes Google Hell proibiu o uso do nome do divino).
A potência telescópica é tanta que pode-se ver até o rosto dos residentes do Grande Mar-de-Fogo, e ver também se aquele seu maldito tio que te batia quando você tinha 6 anos esta na pior das piores.
Finalmente foi comprovado que Satangôs não usa cueca.
[editar] Polêmica
Essa curiosidade diabólica fez pegarem fogo as mais conceituadas revistas de fofoca, com notícias como "Fotos inéditas da Princesa Daiana brincando de amarelinha com o capeta!", ou "Entrevista exclusiva com Roberto Marinho sobre seu novo plano de dominação do Pandemônio, com a criação da Rede Fogo". Tais manchetes alegraram suavemente(lê-se "irritaram profundamente") o Chifrudo Supremo, que começou a receber constantemente reclamações dos moradores do seu bairrinho por falta de privacidade (ponderadamente falando, deve pegar mal ser visto no inferno) além de pilhas de cartas protestando a favor dos Direitos Humanos. A solução foi um acordo entre o Demo e a revista Veja, no qual foi rubricado o conselho dele para que a revista não publicasse nem nomes, nem rostos, sob pena de serem todos arrastados juntos para o Sétimo Círculo do Inferno. A revista aceitou de bom grado, ainda publicando um artigo onde denomina o Cachorrão como simpático e flexível.
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